Quando o scroll infinito vira seleção: rearticulando fragmentos digitais em narrativas culturais

Film crew using professional camera equipment on a busy urban street scene.

O texto investiga como a inserção de intervalos intencionais e elementos visuais pode converter o scroll interminável em um mecanismo de seleção cultural. A partir de analogias com a montagem de videoclipes e a programação de mostras cinematográficas, propõe‑se um modelo de “curadoria de fluxo” que usa sinais físicos – placas, filtros, marcadores de cor – como ancoragens narrativas, permitindo que marcas e criadores construam trajetórias de sentido em meio à avalanche de conteúdo.