Marca sonora: escutando a paisagem cultural para criar autoridade auditiva

Candid black and white street photo depicting a group of people interacting energetically.

A proposta investiga como o registro de sons cotidianos – desde o relógio da praça que abre o rádio comunitário até o vibração de um sound system em festa de bairro – pode ser transformado em marca sonora. A partir de referências como NTS Radio, Tiny Desk e o Festival de Parintins, o texto discute riscos de apropriação, a diferença entre timbre genérico e assinatura cultural, e sugere caminhos conceituais para que marcas considerem o campo sonoro como parte de seu território cultural.