Do Mercado Popular ao Logotipo: o potencial autoral do design vernacular

Este ensaio investiga como elementos do design vernacular – placas de metal, letreiros pintados à mão, embalagens artesanais – constituem um léxico visual que pode ser reinterpretado por marcas em busca de autenticidade. A partir de observações sobre mercados de rua, feiras populares e sinalização urbana, o texto confronta a tendência à homogeneização visual e propõe caminhos conceituais para traduzir texturas e imperfeições do material ao ambiente digital, sem reduzir o saber local a mero adereço.
Quando a cor se torna léxico cultural: lições de subculturas visuais

Este ensaio investiga como grupos criativos transformam cores em vocabulário visual, revelando a lógica simbólica por trás de neon clubbers, pigmentos amazônicos e pastéis surfistas. A partir de rituais de troca e objetos simbólicos, o texto propõe um mapa conceitual que ajuda marcas a pensar a cor como construção cultural, não como mero recurso estético.