Quando o papel dobrado vira cena: o poder cultural dos zines independentes para marcas autorais
Explora a tensão entre a escala limitada dos zines e a necessidade de relevância cultural das marcas. A partir de observações sobre a cena indie de quadrinhos no Brasil, investiga como objetos físicos – capas de papel kraft, selos de cera, fitas coloridas – funcionam como códigos visuais que podem ser reinterpretados em motion design e narrativas audiovisuais. Propõe que a curadoria de pequenos arquivos digitais de zines seja um laboratório de linguagem para a Maxine, sem perder a voz marginal dos autores independentes.
Quando o erro de impressão vira código visual: quadrinhos independentes e zines como fonte de identidade para marcas

O texto investiga a estética dos quadrinhos independentes e dos zines, destacando como suas marcas de produção – manchas, colagens, costuras à mão – podem ser reinterpretadas por marcas que buscam autenticidade. Parte‑se da observação de que a apropriação superficial gera clichês vazios e avança para uma leitura crítica das possibilidades de transformar imperfeição em linguagem visual de autoridade, sem perder o caráter underground que confere sentido ao gesto.