A montagem, longe de ser mero mecanismo de organização de imagens, atua como um código cultural que transforma a percepção de uma marca. O texto confronta a visão utilitarista da edição, examina como cortes abruptos, ritmos fragmentados e sequências não‑lineares podem redefinir personalidade, exclusividade e autoridade. A partir de exemplos de festivais, plataformas de curadoria e projetos de reedição colaborativa, o ensaio propõe que a escolha de cada corte seja um gesto deliberado de autoria, capaz de reescrever histórias de marca sem apagar seu legado.
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