A edição de vídeo pode ser entendida como um discurso que vai além do dinamismo visual. Ao dissecar como a montagem – ritmo, fragmentação, uso de arquivos – foi empregada em contextos como o Sundance Film Festival, a curadoria da Criterion Collection, os videoclipes minimalistas do canal COLORS e as gravações intimistas do Tiny Desk, este ensaio revela como a escolha dos cortes constrói um código visual que altera a percepção da marca, ao mesmo tempo em que abre espaço para práticas colaborativas e de resistência cultural.
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